Falcão concedeu uma entrevista coletiva “tensa” de 41 minutos na tarde desta terça-feira. O treinador foi intensamente questionado sobre as declarações de que o “Inter não teria grupo para ser campeão” do Brasileirão. E reiterou o que disse.
– Fui bem claro naquele dia e não mudo uma vírgula do que falei – afirmou. – Esse Inter sempre foi muito criticado pela imprensa. Não posso ser hipócrita e dizer que o time é melhor que o Milan, Barcelona. A gente não pode fantasiar. Sou extremamente correto com o grupo. Em nenhum momento houve reclamação. Vamos perder muitos jogadores para seleções. Precisa-se de grupo para pelo menos tentar vencer um campeonato – discursou.
O tempo todo, Falcão lembrou o campeonato Gaúcho conquistado pelo Inter dentro do Olímpico. Para o treinador, o que incomoda são as interpretações por parte da imprensa. Ele prometeu, inclusive, mudar o tratamento com jornalistas.
Como exemplo, o treinador lembrou o caso de Oscar. Disse que foi veiculado na imprensa que estava tentando transformar o meia em um “Caçapava”. E chamou esse jornalismo de mau caratismo.
– Disse na entrevista de domingo que o Oscar era um jogador de qualidade, mas precisava de um reforço. Vi gente falando que eu queria transformar o Oscar no
Caçapava. Isso é mau caratismo e não jornalismo. Talvez fosse melhor falar menos. Como fui amigo de vocês, achei que pudesse ter uma conversa mais ampla, mais
tranquila. As pessoas estão transformando declarações que não são reais. De repente eu tenha que mudar – comentou.
Caçapava. Isso é mau caratismo e não jornalismo. Talvez fosse melhor falar menos. Como fui amigo de vocês, achei que pudesse ter uma conversa mais ampla, mais
tranquila. As pessoas estão transformando declarações que não são reais. De repente eu tenha que mudar – comentou.
As declarações de Falcão causaram certo mal-estar entre ele e o vice de futebol Roberto Siegmann. O dirigente reiterou a confiança que tem em cima do grupo colorado.
Para tentar explicar essa discordância com Siegmann, o treinador usou a “família” como exemplo. Disse que cada integrante sempre tem a sua forma de pensar, mas que o objetivo é o mesmo.
– Não tive avô. Em uma família, um avô pensa de um jeito, o tio de outro, o pai também. Mas todos querem a mesma coisa. E não significa que esteja puxando para um
lado ou outro. Não tem nenhuma necessidade de alguém concordar com alguém. E é assim. Não é só no Inter. Todas as pessoas que estão na mesma empresa tem que buscar o resultado final – afirmou.
lado ou outro. Não tem nenhuma necessidade de alguém concordar com alguém. E é assim. Não é só no Inter. Todas as pessoas que estão na mesma empresa tem que buscar o resultado final – afirmou.

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