O ex-deputado federal Nelson Goetten de Lima, preso na segunda-feira por suspeita de estupro e favorecimento à prostituição de vulnerável, passou a noite trancado em uma sala da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis.
De acordo com o delegado responsável pelo caso Renato Hendges, o ex-deputado não tem direito a uma cela especial e só foi colocado em uma sala separada até prestar depoimento, o que deve acontecer ainda nesta terça-feira.
De acordo com o delegado responsável pelo caso Renato Hendges, o ex-deputado não tem direito a uma cela especial e só foi colocado em uma sala separada até prestar depoimento, o que deve acontecer ainda nesta terça-feira.
— Ele será recolhido ao sistema e levado para o Presídio de Itapema, independente de ter sido deputado ou não — comentou o delegado.
O ex-deputado federal Nelson Goetten de Lima foi preso preventivamente. O político, que atualmente é presidente do Partido da República (PR) em Santa Catarina, teria abusado por pelo menos duas vezes de uma adolescente de 14 anos. Os crimes teriam acontecido em 2009 e 2010.
Prisão preventiva
O delegado falou que a prisão preventiva só foi pedida, porque Goetten teria tentado interferir no curso do processo, coagindo vítimas e testemunhas.
— Só pela acusação de estupro, o inquérito seria concluído sem o pedido de prisão preventiva — Explicou Hendges.
Mais envolvidos
Ainda de acordo com o delegado as investigações apontam a participação de outros envolvidos. Segundo ele, o esquema conta com uma rede de pessoas ligadas a Goetten, na qual o ex-deputado seria o principal favorecido.
Hendges não disse se os outros envolvido também seriam políticos, mas garantiu que todos que participaram serão punidos.
O ex-deputado federal Nelson Goetten de Lima foi preso preventivamente. O político, que atualmente é presidente do Partido da República (PR) em Santa Catarina, teria abusado por pelo menos duas vezes de uma adolescente de 14 anos. Os crimes teriam acontecido em 2009 e 2010.
Prisão preventiva
O delegado falou que a prisão preventiva só foi pedida, porque Goetten teria tentado interferir no curso do processo, coagindo vítimas e testemunhas.
— Só pela acusação de estupro, o inquérito seria concluído sem o pedido de prisão preventiva — Explicou Hendges.
Mais envolvidos
Ainda de acordo com o delegado as investigações apontam a participação de outros envolvidos. Segundo ele, o esquema conta com uma rede de pessoas ligadas a Goetten, na qual o ex-deputado seria o principal favorecido.
Hendges não disse se os outros envolvido também seriam políticos, mas garantiu que todos que participaram serão punidos.

não eximindo os culpados do crime, mas que responsabilizem as famílias dessas menores por parte desses acontecimentos lamentosos. onde estão o pai e a mãe, ou responsável por estas meninas? que tipo de educação estão dando a essas menores? enquanto a responsabilidade das famílias não for questionada, infelizmente teremos fatos como esse frequentemente nos jornais.
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