Termina sem acordo a reunião entre professores da rede estadual e o secretário de educação Marco Tebaldi, na manhã desta segunda-feira em Florianópolis.O impasse foi causado pela não aplicacão integral do piso na tabela, que deve achatar os salários dos professores. Assim, os docentes permanecem em greve.
Apesar da falta de consenso, o governo deve assinar a medida provisória redigida pelo procurador geral do Estado Nelson Serpa, de acordo com Tebaldi. O secretário alegou dificuldades financeiras para aplicar o piso em toda a carreira do magistério.
Já para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), a lei federal dispõe sobre o pagamento do piso na carreira e não apenas para os níveis iniciais.
Os professores vão lutar agora na Asembleia Legislativa pela mudança da medida provisória.
Já para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), a lei federal dispõe sobre o pagamento do piso na carreira e não apenas para os níveis iniciais.
Os professores vão lutar agora na Asembleia Legislativa pela mudança da medida provisória.
Parados desde 18 de maio, os professores reivindicam o piso nacional salarial, de R$ 1.187, para toda carreira.
Na sexta-feira, a greve chegou ao terceiro dia. Segundo informações da secretaria de educação, mais da metade (52,74%) dos 39 mil professores aderiram ao movimento. Já o Sinte divulgou, na sexta-feira, que 95% dos docentes pararam.
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