Moeda americana caiu 2,43% na semana passada, batendo R$ 1,5573, e tendência é seguir em baixa
Apesar dos esforços do Banco Central (BC) para conter a queda do dólar, na sexta-feira a cotação da moeda se assemelhou a dos tempos da instituição do câmbio flutuante, em janeiro de 1999, adotado para conter a desvalorização para tirar o país de um processo de recessão.
A cotação da moeda americana ante o real recuou pelo quinto dia seguido e fechou a R$ 1,5573, no menor patamar desde o dia 19 de janeiro de 1999, quando bateu em R$ 1,5550.
Apesar dos esforços do Banco Central (BC) para conter a queda do dólar, na sexta-feira a cotação da moeda se assemelhou a dos tempos da instituição do câmbio flutuante, em janeiro de 1999, adotado para conter a desvalorização para tirar o país de um processo de recessão.
A cotação da moeda americana ante o real recuou pelo quinto dia seguido e fechou a R$ 1,5573, no menor patamar desde o dia 19 de janeiro de 1999, quando bateu em R$ 1,5550.
A queda desde segunda (-2,43%) foi muito forte, e deve ser revertida em parte nos próximos dias.
Conforme analistas, o cenário não repete 1999 porque, apesar da queda da moeda americana, o real perdeu valor em razão da inflação.
Em relação ao iene e ao franco suíço, no entanto, o dólar se valorizou. O motivo para a alta foi a aceleração do ritmo de crescimento da atividade industrial dos EUA. Mesmo com o avanço, a moeda segue ameaçada pelas preocupações com a possibilidade de o Congresso americano não aprovar um aumento no teto de endividamento do país até agosto.
Em relação ao iene e ao franco suíço, no entanto, o dólar se valorizou. O motivo para a alta foi a aceleração do ritmo de crescimento da atividade industrial dos EUA. Mesmo com o avanço, a moeda segue ameaçada pelas preocupações com a possibilidade de o Congresso americano não aprovar um aumento no teto de endividamento do país até agosto.
Para o segundo semestre, analistas avaliam que o dólar pode ter um processo de recuperação contra as demais moedas, mas bastante moderado. Por outro lado, o ciclo de aperto monetário no Brasil, com aumento na taxa de juros, deve continuar.

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