Os deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) não chegaram a um consenso sobre o projeto de lei complementar (PLC) que altera o salário e o plano de carreira dos professores, nesta terça-feira, e decidiram adiar a decisão. O governo pode enviar o texto direto para plenário, sem aprovação da CCJ, desde que a maioria dos deputados concorde.
Os docentes não querem a aprovação do projeto porque ele altera o plano de carreira do magistério. Se o PLC não for aprovado, os salários dos professores voltam aos valores que tinham antes da greve. Para pressionar o governo e evitar a votação do PLC, os professores permaneceram acampados em frente à Alesc e prometem retomar os protestos nesta quarta-feira.
O relator do projeto, Joares Ponticelli, não apresentou parecer na reunião. Os deputados da oposição questionaram o conteúdo do projeto. Já os deputados da base governistas procuram caminhos alternativos para o projeto ser votado antes do recesso, que começa em 15 de julho e vai até agosto. Um deles é encaminhar o projeto direto para a votação em plenário.
Caso o projeto seja encaminhado diretamente ao plenário, o governo precisa de, no mínimo, 21 votos para aprovar o PLC.
Caso o projeto seja encaminhado diretamente ao plenário, o governo precisa de, no mínimo, 21 votos para aprovar o PLC.
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